Mari
Estrutura Geologica

Estrutura interna

A estrutura interior da Terra é formado por três camadas principais:

- camada externa (crosta terrestre)

- manto ( ou camada intermediária)

- o núcleo

Núcleo

Parte mais interna do planeta. Pode ser dividido em núcleo externo e interno.

O núcleo externo, comporta-se como liquido apesar de sua composição metálica, admiti-se que seus componentes estão em estado de fusão. Estende-se de 2.900 km até 5.100 km.

O núcleo interno vai desde 5.100 km até o centro da Terra.

O núcleo da Terra é constituído por ferro e níquel.

A temperatura atinge a 4.000/5.000 C.

Manto

Trata-se de uma camada intermediária situada acima do núcleo. Tem uma espessura aproximada de 2.900 km, sua composição é de rochas ultrabásicas. Boa parte dos fenômenos que afetam a crosta terrestre tem origem na parte superior do manto.

* Magma é uma matéria em estado de fusão (pastoso), que constitui boa parte do núcleo e do manto.

Crosta terrestre

Representa apenas 1% da massa do planeta. Sua origem ocorreu a partir do resfriamento do magma; sendo portanto, a camada superficial.

Podemos dividir a crosta terrestre(litosfera) em três camadas diferentes:

- camada sedimentar superficial: constituída por rochas sedimentares que, em certos lugares pode atingir vários metros de espessura, já em outros desaparece.

- camada granítica intermediária: é constituída por rochas cuja composição é semelhante ao granito. Essa camada também é chamada de Sial.

- camada basáltica inferior: é bastante semelhante ao basalto. É também chamada de Sima.

Estrutura externa

É formada por: litosfera, hidrosfera e atmosfera.


Litosfera

A litosfera ou crosta terrestre, a parte consolidada da Terra, é formada por rochas e minerais. É todo estrato e substrato rochoso, que constitui o relevo submarino e os continentes e ilhas.

Hidrosfera

A hidrosfera é formada pelas águas oceânicas e águas continentais, incluindo os lençóis subterrâneos e o vapor aquoso da atmosfera.

Atmosfera

A atmosfera é a camada de ar ou envoltório gasoso que cobre a Terra.

Na atmosfera possuem essas 5 camadas:


Agentes estruturais

As modificações que ocorrem no relevo terrestre tem origem na ação de poderosas forças que podem vir do interior, como da própria superfície do planeta. Essas forças são chamadas de agentes do relevo.

Os agentes do relevo podem ser, dependendo da origem:

- internos ou estruturais, pois modificam a superfície alterando a sua estrutura.

Estes agem esporadicamente, mas com grande intensidade. São causados pelos movimentos da tectônica de placas.

- externos ou esculturais, pois modificam a superfície sem alterar a sua estrutura. Estes são de menor intensidade, mas atuam com mais freqüência.

Falaremos um pouco sobre os agentes estruturais.

Tectônica de placas

A palavra tectônica vem do radical grego tektoniké, que significa arte de construir. Um nome bem apropriado, pois essa teoria tem por objetivo demonstrar que a crosta terrestre se movimenta sobre o magma. Atualmente a crosta terrestre está dividida em doze placas tectônicas. Essas placas acabaram por se “chocar” em certos pontos, fazendo alterações no relevo ao longo de milhares de anos.

Tectonismo pode ser dito como os movimentos longos e prolongados da crosta terrestre, em virtude dos movimentos das placas tectônicas.


FONTE: http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/arlindojunior/geografiafisica001.asp

Mari
http://3.bp.blogspot.com/_ogDGQ33kJtk/RsH3pk5hCLI/AAAAAAAAAGI/DLCTY3thiE8/s400/Digitalizar0004.jpg

Coordenadas Geográficas: São linhas imaginárias pelas quais a Terra foi “cortada”, essas linhas são os paralelos e meridianos, através dos paralelos e meridianos é possível estabelecer localizações precisas em qualquer ponto do planeta.

Veja abaixo alguns itens importantes nas coordenadas geográficas:

Plano Equatorial: É um plano imaginário que divide a Terra em dois pólos: norte e sul de forma igual, mas de uma maneira metafórica é o mesmo que cortar uma laranja em duas partes iguais com uma faca.

Paralelos: São linhas imaginárias paralelas ao plano equatorial.

Meridianos: São linhas imaginárias paralelas ao meridiano de Greenwich que ligam os pólos norte e sul.

Latitude: É a distância medida em graus de um determinado ponto do planeta entre o arco do meridiano e a linha do equador, servem para determinar os fusos horários e vão de 0º a 180º Oeste (Linhas Verticas).

Longitude: É a localização de um ponto da superfície medida em graus, nos paralelos e no meridiano de Greenwich, servem para determinar as zonas climáticas da terra e vão de 0º a 90º graus Norte e oº a 90º Sul. (Linhas Horizontais)

Meridiano de Greenwich

Greenwich se tornou um meridiano referencial internacionalmente em 1884, devido a um acordo internacional que aconteceu em Washington, isso para padronizar as horas em todo o mundo, Greenwich foi escolhido por “cortar” o observatório Astronômico Real, localizado em Greenwich, um distrito de Londres.


Fusos horários

A necessidade dos fusos é devido ao movimento de rotação da Terra, na qual essa gira no seu próprio eixo, esse movimento dá origem aos dias e as noites, perfazendo em 24 horas.

Ao realizar o movimento da Terra (rotação), um lado do planeta recebe luz solar (dia) e o outro lado fica sombreado (noite), o movimento e a luz do sol que incide criam as variações como manhã, tarde, noite, madrugada, então a qualquer momento sempre terá 24 horas distintas.

A partir dessas informações verifica-se que a Terra que é esférica possui 360º, e o movimento de rotação que ela realiza gasta 24 horas para ser realizado, se dividirmos 360º por 24 horas, resultará 15º, então cada 15º, que é a distância entre dois meridianos, corresponde à 1 hora, isso é denominado fuso horário.

O ponto Zero é o meridiano de Greenwich. Ao leste, a cada 15º aumenta 1hora, e a oeste de Greenwich a cada 15º diminui 1hora.

http://cmarinho.files.wordpress.com/2007/05/mapamundi.jpg



  • COMO CALCULAR:
é muito simples e fácil.
  1. Devemos obter a diferença em graus entre as duas localidades, de acordo com 15º graus equivale a uma hora. Após obter a diferença em graus, devemos dividir o resultado por 1 fuso, ou seja, 15º encontrando assim a diferença.

CALCULO DO FUSO: 360º dividido 24h = 15
1 fuso = UMA HORA (1)

Ex: Quando em Chicago (EUA) 90º são 10h, qual é a hora em São paulo 45º Oeste ?

90º-45º= 45º/ 15 = 3 horas
10+3= 13 horas em são paulo.


LEMBRANDO QUE, QUANDO FOR LESTE SOMA.
QUANDO FOR OESTE SUBTRAI.


OBS.: Se o número em horas for maior que 24 horas, basta substrair por 24, então terá um, dois ou mais dias e o resto será a quantidade de horas do dia seguinte.

Ex.: 36 horas é maior que 24 horas, então 36 - 24 = 12 h, ou seja, um dia e 12 horas.



Zonas Climáticas da terra:

http://2.bp.blogspot.com/_ogDGQ33kJtk/RsHxsU5hCHI/AAAAAAAAAFo/kYUDmYeqq9c/s400/Digitalizar0007.jpg


Matéria Por: Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola.


E adaptado Por: Mariana Saraiva Alves Bordonalli.


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FILOSOFIA - SOCIOLOGIA

ESTUDANTES, SEJAM BEM-VINDOS!


Esta página é dedicada especialmente aos meus estudantes do Complexo Educacional Contemporâneo - Natal / RN. Aqui, encontraremos muitas coisas interessantes, tais como textos, vídeos e notas das aulas. Esse é um espaço que complementa tudo aquilo que é trabalhado em sala de aula. Alunos, aproveitem!

ATENÇÃO ESTUDANTES DOS 1 ANOS (ENS. MÉDIO): Aqui estão as respostas do primeiro trabalho, aquele valendo 1,0 ponto no A1:

ATENÇÃO ESTUDANTES DOS 1 ANOS (ENS. MÉDIO) E9 ANOS (FUND. II), O LINK ABAIXO FORNECE O DOWNLOAD DA OBRA "A APOLOGIA DE SÓCRATES", ENTRE OUTROS TEXTOS FILOSÓFICOS": http://www.mediafire.com/?o1mdk0myjzt

ATENDENDO A PEDIDOS DOS ALUNOS DO 1 ANO F, AQUI ESTÁ A BELA MÚSICA DE QUE FALEI EM SALA DE AULA: O CANONE EM RÉ MAIOR, DE J. PACHELBEL:

Pachelbel - Canon for Three Violins & Cello.mp3 Pachelbel - Canon for Three Violins & Cello.mp3
Size : 4234 Kb
Type : mp3

O minueto em Sol Maior, de J. S. Bach, é uma das músicas mais belas que já pude ouvir. Gosto muito de sua melodia, e gostaria de compartilhá-la com meus alunos. Espero que possam me perdoar se não consegui tocá-la da forma mais perfeita. A peça não foi originalmente escrita para violão, mas acho que fica bela tocada por ele. Espero que gostem!

Minueto em Sol Maior - Bach (Stanley).WAV Minueto em Sol Maior - Bach (Stanley).WAV
Size : 3935 Kb
Type : WAV



POSTADO POR STANLEY MEDEIROS Visite.:http://stanleymedeiros.synthasite.com/





Mari

Movimento Uniforme

Introdução

Imagine um carro se deslocando em uma estrada, mantendo o ponteiro do velocímetro sempre na mesma marca, por exemplo, a 60 km/h. Isso quer dizer que se o carro mantiver sempre essa velocidade, ele irá percorrer 60 km a cada 1 hora. Essa situação descrita acima é uma exemplificação do que chamamos de movimento uniforme. Definimos movimento uniforme como sendo aquele movimento que tem velocidade escalar constante em qualquer instante ou intervalo de tempo. Podemos dizer ainda que o móvel percorre distâncias iguais em intervalos de tempos iguais.

A função Horária do Movimento Uniforme

No movimento uniforme temos que a velocidade escalar é constante e coincide com a velocidade escalar média em qualquer instante ou intervalo de tempo. Matematicamente a velocidade escalar média pode ser expressa da seguinte forma:

Onde:

• ΔS é a variação de posição do móvel, ΔS = S – So;
• Δt é a variação de posição do móvel, Δt = t – to.

Substituído ΔS e Δt na equação da velocidade descrita acima, temos:

Fazendo tempo inicial igual a zero, to= 0, temos a função horária do movimento uniforme.

S = So + Vt

Essa é uma função do primeiro grau e é chamada de função horária da posição. Através dela podemos determinar a posição de um móvel num determinado instante.

Características do Movimento Uniforme

Como vimos inicialmente, o movimento uniforme é o movimento que possui velocidade constante, ou seja, ela não varia com o passar do tempo. Entretanto essa velocidade, apesar de ser constante, é diferente de zero, ou seja, ela pode assumir qualquer outro valor que não seja o zero.

Sendo a aceleração definida da seguinte forma:

E sabendo que no movimento uniforme a variação da velocidade é igual a zero, pois a velocidade final é igual à velocidade inicial, concluímos que a aceleração é constante e igual a zero.

Ao observamos atentamente os movimentos dos móveis no cotidiano vamos perceber que o movimento uniforme na realidade não existe, pois sempre é necessário aumentar ou diminuir a velocidade durante o trajeto até determinado local. Todos os móveis e até nós, os seres humanos fazemos quando, por exemplo, corremos para não chegar atrasado ao serviço. O movimento que retrata de forma clara os movimentos que ocorrem no cotidiano é o movimento uniformemente variado, o qual possui velocidade variável e aceleração constante.

Fonte:http://www.brasilescola.com/fisica/movimento-uniforme.htm



VETORES:

Primeiramente, desenhamos o paralelogramo definido a partir dos vetores e .

soma de vetores

  • Módulo do vetor resultante:

É dado pelo comprimento da diagonal indicada na figura. Portanto,

v2 = v12 + v22 + 2v1v2cos ,

ou

R= a² + b² + 2ab x cos do âgulo (dentro da raiz)

onde é o ângulo entre os dois vetores.

  • Direção:

Horizontal, vertical e diagonal.

  • Sentido:

Esquerda(Oeste), Direita(Leste), Cima(Norte) e Baixo(Sul) - Horizontal e Vertical

Diagonal:
  • NE: nordeste
  • NO: noroeste
  • SE: sudeste
  • SO: sudoeste

O vetor resultante é quem liga o módulo inicial ao final.

vetores resultantes

  • Vetores de mesma direção e sentido, somamos. De mesma direção, porém sentidos diferentes, subtraimos.





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TERMOLOGIA - Termometria

  • A Termologia é a parte da Física que estuda o calor e todos os fenômenos térmicos.
  • Termometria é a parte da Termologia que estuda a temperatura e suas medidas.
  • Calor é energia térmica em trânsito, ou seja, é energia térmica que se transfere de um corpo de maior temperatura para um outro de menor temperatura.
  • Temperatura é o grau das agitações das moléculas contidas num corpo.
  • Energia térmica é a soma das energias cinéticas das moléculas de um corpo. A energia térmica de um corpo depende da sua temperatura e da sua massa.

MEDINDO TEMPERATURA

Para medir a temperatura de um corpo é necessário o uso de termômetro. Na construção de termômetro adota-se escalas termométricas, as principais escalas termométricas são as escalas CELSIUS, FAHRENHEIT E KELVIN (conhecida como escala ABSOLUTA). As escalas termométricas possuem 2 pontos importantes, denominados de pontos fixos fundamentais, são os pontos de gelo ( pg ) e o ponto de vapor de água ( pv ).

PONTO DE VAPOR - Este ponto corresponde a temperatura da água que está se transformando em vapor sob pressão normal.

PONTO DE GELO - Ponto correspondente a temperatura do gelo que está se transformando em água.

Fórmulas para converter CELSIUS, KELVIN e FAHRENHEIT:


Fonte: http://www.fisicafacil.pro.br/Termometria.htm
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Progressões Aritiméticas


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Lei dos Senos e Cossenos



LEI DOS COSSENOS

a2 = b2 + c2 – 2bc . cosA

b2 = a2 + c2 – 2ac . cos B

c2 = a2 + b2 – 2ab . cos C

“Num triângulo, o quadrado da medida de um lado é igual à soma dos quadrados das medidas dos outros dois, menos o dobro do produto das medidas desses dois lados pelo cosseno do ângulo oposto ao primeiro lado.”

Exemplo: Quanto vale a?


Resolução:

a2 = 52 + 82 – 2 . 5 . 8 . cos 60º

a2 = 25 + 64 – 80 . ½

a2 = 89 – 40 = 49

a = 7

Resposta: a = 7

LEI DOS SENOS


a/senA = b/senB = c/senC

“Em todo triângulo, as medidas dos seus lados são proporcionais aos senos dos lados opostos”

Exemplo: No triângulo da figura, calcular a e b :

Resolução:


Resolução:

A = 180º - 30º - 45º = 105º

Pelo arco soma: sen 105º = (Ö6 + Ö2)/4

Assim:

6/sen 30º = a/sen 45º = b/ sen 105º

Daí:

a = 6Ö2 e b = 3 (Ö6 + Ö2)

Resposta: a = 6Ö2 e b = 3 (Ö6 + Ö2)


FONTE: http://www.ficharionline.com/ExibeConteudo.php5?idconteudo=5856



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Interseção


Exemplo de interseção de conjuntos.



Os elementos que fazem parte do conjunto interseção são os elementos comuns aos conjuntos relacionados.

Exemplo 1:
Dados dois conjuntos A = {5,6,9,8} e B = {0,1,2,3,4,5}, se pedimos a interseção deles teremos:
A ∩ B = {5}, dizemos que A “inter” B é igual a 5.




Exemplo 2:
Dados os conjuntos B = {-3, -4, -5, -6} e C = {-7, -8, -9}, se pedirmos a interseção deles teremos:
B ∩ C = { } ou B ∩ C = , então B e C são conjuntos distintos.




Exemplo 3:
Dados os conjuntos D = {1,2,3,4,5} e E = {3,4,5}. A interseção dos conjuntos ficaria assim:
E ∩ D = {3,4,5} ou E ∩ D = E, pode ser concluído também que
E D.



►União
Conjunto união são todos os elementos dos conjuntos relacionados.

Exemplo 1:
Dados os conjuntos A = { x | x é inteiro e -1 <> e B = {1,2,3,4} a união desses dois conjuntos é :
A U B = {0,1,2,3,4}

Exemplo 2:
Dados os conjuntos A = {1,2,3} e B = {1,2,3,4,5} a união desses conjuntos é:
A U B = {1,2,3,4,5}, nesse caso podemos dizer que A U B = B.

Diferença entre dois conjuntos.

Dados dois conjuntos A e B chama-se conjunto diferença ou diferença entre A e B o conjunto formado pelos elementos de A que não pertencem a B.
O conjunto diferença é representado por A – B.

Exemplo 1:
A = {1,2,3,4,5} e B = {3,4,5,6,7} a diferença dos conjuntos é:
A – B = {1,2}




Exemplo 2:
A = {1,2,3,4,5} e B = {8,9,10} a diferença dos conjuntos é:
A – B = {1,2,3,4,5}

Exemplo 3:
A = {1,2,3} e B = {1,2,3,4,5}a diferença dos conjuntos é:
A – B =





Exemplo 4:
Dados os conjuntos A = {1,2,3,4,5,6} e B = {5,6}, a diferença dos conjuntos é:
A – B = {1,2,3,4}. Como B A podemos escrever em forma de complementar:

A – B = A B = {1,2,3,4}.

Por Danielle de Miranda
Graduada em Matemática
Equipe Brasil Escola

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Modelos Atômicos

Dalton:

- átomo maciço , esféricas, e indivisiveis
- elementos iguais propriedades iguais
- elementos diferentes propriedades diferentes
- os átomos em reações continuam inauterados

Thomson:

Pudim de Passas
- Átomo ainda maciço , esférico e indivisivel
- átomo compostos por elétrons

Rutherford:

- Átomo não é maciço
- Átomo possui nucleo e uma eletrosféra
- Os elétrons e o nucleo possuem sinais opostos
- O nucleo possui quase a massa por completo de um átomo

Rutherford - Bohr:

- A eletronsfera possui niveis de energia .
- Os elétrons ao receber pacotes de energia - fótons- eles se exitam e podem mudar de niveis.
- Ao cessar a transmissão de fotons liberam estes , ocorrendo uma liberação de energia (luminosa , sonora,etc)
Mari

Funções da Linguagem

Para melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação.

Elementos da comunicação

emissor - emite, codifica a mensagem

receptor - recebe, decodifica a mensagem

mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor

código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem

referente - contexto relacionado a emissor e receptor

canal - meio pelo qual circula a mensagem

Obs.: as atitudes e reações dos comunicantes são também referentes e exercem influência sobre a comunicação

Funções da linguagem

Função emotiva (ou expressiva)

centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.

Função referencial (ou denotativa)

centralizada no referente, quando o emissor procura oferecer informações da realidade. Objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Linguagem usada nas notícias de jornal e livros científicos.

Função apelativa (ou conativa)

centraliza-se no receptor; o emissor procura influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas que se dirigem diretamente ao consumidor.

Função fática

centralizada no canal, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor, ou testar a eficiência do canal. Linguagem das falas telefônicas, saudações e similares.

Função poética

centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas etc.

Função metalingüística

centralizada no código, usando a linguagem para falar dela mesma. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Principalmente os dicionários são repositórios de metalinguagem.

Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo.

FONTE: http://www.graudez.com.br/literatura/funling.htm

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